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Epilepsia – Ospolot (Sulthiame)

A Epilepsia acomete cerca de 3 milhões de pessoas no Brasil. Definida como uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro. Resulta em descargas elétricas anormais e excessivas do cérebro, que interrompem temporariamente a função habitual e produzem manifestações involuntárias no comportamento.

Diagnóstico da Epilepsia

Existem várias formas de crises epilépticas, geralmente são acompanhados de movimentos grosseiros de membros, desvio dos olhos e perda de consciência. Não é uma doença contagiosa e pode se distinguir em dois tipos fundamentais de crises epilépticas, as generalizadas, que envolvem todo o cérebro e as parciais, em que a disfunção se limita a uma área cerebral somente, podendo ser subdividida em simples e complexa que resultam em convulsões de um membro ou parte do mesmo, ou sensações de formigueiros. Já nas complexas, ocorre alteração do estado de consciência.

As crises epilépticas têm como comum característica especial:

– Início brusco;
– Final brusco;
– Curta duração;
– Convulsão tónico-clínica;
– Alterações da consciência;
– Alterações gustativas, olfativas ou visuais.

INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS – OSPOLOT (Sulthiame)

O tratamento preferencial para Epilepsia é o medicamentoso, porque tem como principal objetivo bloquear as crises e espera-se que o paciente tenha uma qualidade de vida dentro da normalidade.

Ospolot (Sulthiame) é classificado como um inibidor da carboanidrase e exibe um efeito anticonvulsivo. Cerca de 29% dos ingredientes ativos estão ligados às proteínas plasmáticas. Convulsões epilépticas de origem focal com ou sem generalização secundária, especialmente benignas tem mostrado melhor resultado com o tratamento de Ospolot (Sulthiame). Não sendo indicado em caso de hipersensibilidade ao Sulthiame ou outros componentes do Ospolot (Sulthiame).

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